quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

They Don't Care About Us


"They Don't Care About Us" é o quarto single lançado por Michael Jackson em 1995 como parte da promoção do álbum HIStory. A música foi uma das mais polêmicas de toda a carreira de Jackson. Acusado de fazer apologia ao antissemitismo pelos jornais, Michael alegou que não tinha a intenção de ferir ninguém e regravou a música, que é um hino contra as injustiças sociais. They Don't Care About Us é diferente de todo o estilo musical de Michael. A canção tem batidas de Reggae e Hip Hop. A parceria com o grupo baiano Olodum introduziu, na canção, elementos de Axé Music.

Versão no Brasil


O vídeo foi produzido por Spike Lee em Salvador, no Pelourinho e na Favela Santa Marta, no Rio de Janeiro. Produzir o videoclipe de They Don't Care About Us não foi uma tarefa fácil. As autoridades da época não queriam que o vídeo fosse gravado, pois temiam que denunciasse a pobreza dos locais e as falhas dos governos. Já os moradores dos locais ficaram felizes em receber o cantor.

Outra polêmica é que o diretor Spike Lee teve que negociar com os traficantes da favela Santa Marta para garantir a segurança do astro. O governo criticou muito essa decisão e Lee, em resposta, disse que a polícia não tinha poder suficiente para garantir a segurança de Jackson. O vídeo conta com a parceria do grupo baiano Olodum, que ajudou a música a ficar com uma cara mais brasileira, introduzindo o Axé Music na canção.

Versão em prisão

Michael Jackson produziu uma segunda versão para o videoclipe. Tinha, como cenário, uma prisão estadunidense. A versão carcerária do vídeo foi gravada em estúdios de Nova Iorque no final de Fevereiro, após Michael ter visitado o Brasil. Esta versão é menos conhecida no mundo todo. A MTV estadunidense baniu a versão na sua grade normal devido à violência exposta no vídeo. A VH1 e a MTV só tinham permissão para transmitir o videoclipe após às nove horas da noite.




                                                             Tradução da Musica


Eles Não Ligam Pra Gente
Cabeça careca, Cabeça morta
Todo mundo Ficou mal
Situação, provocação
Todo mundo, Alegando

Nas notícias
Todo mundo, Comida de cachorro
Bang bang, Morto a tiros
Todo mundo, Enlouqueceu

Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente
Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente

Bata-me, Odeie-me
Você nunca Vai me derrubar
Obrigue-me, Aterrorize-me
Você nunca Vai me matar

Julgue-me, Processe-me
Todo mundo Me obriga
Chute-me, espie-me
Não diga Que sou negro ou branco

Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente
Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente

Diga-me o que aconteceu com minha vida
Eu tenho esposa e dois filhos que me amam
Eu sou vítima da brutalidade policial, não

Estou cansado de ser vítima do ódio
Você acaba com meu orgulho. Oh, pelo amor de Deus
Olho pro ceu pra cumprir a profecia
Liberte-me

Cabeça careca, Cabeça morta
Todo mundo Ficou mal
Trepidação, Especulação
Todo mundo, Alegação

Na suíte, Nas notícias
Todo mundo, Comida de cachorro
Homem negro, Chantagem
Jogue o irmão na cadeia

Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente
Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente

Diga-me o que aconteceu com meus direitos
Eu sou invisível porque você me ignora?
Sua proclamação me prometeu liberdade, agora

Estou cansado de ser vítima da vergonha
Jogaram-me numa classe com o nome sujo
Não acredito que essa é a terra de onde vim

Você sabe que eu odeio dizer isso
O governo não quer enxergar
Mas se Roosevelt estivesse vivo
Ele não deixaria isso acontecer,agora

Cabeça careca, Cabeça morta
Todo mundo Ficou mal
Situação, Especulação
Todo mundo, Litígio

Espanque-me, Bata-me
Você nunca Irá me sujar
Ataque-me, Chute-me
Você nunca Vai me pegar

Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente
Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente

Algumas coisas na vida eles não querem enxergar
Mas se Martin Luther estivesse vivo
Ele não deixaria isso acontecer, agora

Cabeça careca, Cabeça morta
Todo mundo Ficou mal
Situação, Agravação
Todo mundo, Alegação

Na suíte Nas notícias
Todo mundo Comida de cachorro
Chute-me, espie-me
Não diga Se estou certo ou errado

Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente
(Mantêm-me no fogo)

Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente
(Eu estou lá para lembrá-lo)

Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente
Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente

Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam
Tudo o que eu quero dizer é que
Eles realmente não ligam pra gente


http://letras.mus.br/michael-jackson/73212/traducao.html & wikipédia 

O trabalho dos '500 Anjos Americanos'


Por onde anda Martin Bashir ?
Um jornalista inglês convenceu Michael Jackson que ele poderia fazer um documentário mostrando a intimidade de Michael, sua vida cotidiana e dessa forma desfazer as mentiras bizarras que a mídia publicava sobre ele. Michael concordou e por vários dias abriu as portas de sua residência em Neverland para esse jornalista.

Quando o documentário foi ao ar, com grande audiência nos EUA e na Europa, Michael e seus fãs discobriram que o jornalista havia editado as imagens e entrevistas que haviam sido feitas e o programa ridicularizava Michael. Voces se lembram disso ? O nome do jornalista é Martin Bashir.
.
Os ANJOS de Michael americanos, realizam um trabalho sistemático contra Bashir. Cada vez que ele arruma um emprego em uma rádio ou jornal, os 500 Anjos enviam centenas de emails condenando a contratação, por Bashir não ser merecedor de credibilidade como jornalista, além de ser falso e traidor e de ser desprezado por milhões de fãs de Michael um todo o mundo.
.
Por causa desse trabalho dos ANJOS, desde 2010 Bashir desapareceu do cenário jornalístico americano.

Fonte -  Michael Jackson Planet 

Na foto - Michael usa uma jaqueta com inscrições que condenam Bashir e a imprensa mentirosa.

Quando Michael se Tornou Michael


REI DA DISCO: Jackson cercado por dançarinas no Studio 54, em 1977

No final dos anos 70, o príncipe do pop era um ícone adolescente prestes a desaparecer. Mas foi aí que ele descobriu como fazer o mundo dançar


por POR ROB SHEFFIELD
O maior sucesso dos Jacksons em 1979, "Shake Your Body (Down to the Ground)", começa com um tremor nos pratos, um piano grave e o baixo deslizando de um alto-falante para o outro. Tito Jackson experimenta sequências em staccato na guitarra. E então Michael Jackson solta os primeiros gritos e suspiros de sua voz adulta, nova em folha. Está vendo aquela garota ali? Michael não consegue dizer se ela repara nele, se ela o reconhece, se ela até mesmo se lembra de que ele fazia parte de um grupo infantil chamado Jackson 5. Tudo o que ele sabe é que precisa chegar perto, então ele desliza até ela na pista de dança com alguns dos melhores versos iniciais da música disco em todos os tempos: "I don't know what's gonna happen to you, baby, but I do! Know! That! I! Love ya!" [Eu não sei o que vai acontecer com você, querida, mas eu sei/ que / eu / te amo!]
Essa música chegou ao sétimo lugar das paradas no último trimestre de 1979 e foi mais do que o ponto de transição da carreira de Michael Jackson - sob muitos aspectos, ela é o ponto de transição da música pop nos últimos 40 anos. Se houve um momento em que Michael cresceu e se transformou em Michael Jackson, foi esse. Em "Shake Your Body", ele soa to- talmente confiante - embora fosse um astro infantil muito assustado, emocionalmente devastado e aba- tido, cujo último grande sucesso ocorrera anos atrás - compondo e produzindo sua própria música pela primeira vez. Ele não sabia, mas estava a apenas um ano de Off the Wall, o disco solo que fez dele a criatura mais querida e desejada do universo pop.
Com Diana Ross, em 1978, na festa de lançamento do filme O Mágico Inesquecível.
Os anos disco foram o único período em que Michael Jackson teve relativa tranquilidade - pela última vez em sua vida, ele era apenas mais um famoso. Qualquer que fosse o critério, ele estava levando uma vida exuberante, em uma fantasia hollywoodiana: fazendo amizade com estrelas como Elizabeth Taylor e Liza Minnelli, representando o Espantalho em O Mágico Inesquecível, com Diana Ross, saindo com Tatum O'Neal, dançando no Studio 54. Era um menino estranhamente inocente na época da luxúria tipo Boogie Nights - Prazer sem Limites [filme de 1997], intocado por se sexo ou drogas, apesar da complacência maníaca em torno dele, uma testemunha de Jeová perdida no templo do prazer. Seu zoológico particular cresceu da mesma forma que sua coleção de amigos famosos; ele provavelmente era o único virgem na agenda de Freddie Mercury. Todos gostavam de ter aquele garoto por perto - mas ninguém tinha como saber que aquela fase era só o aquecimeto.
Os dois discos dos Jacksons que surgiram nesse período, Destiny, em 1978, e Triumph 1980, são clássicos que ofereceram um vislumbre fascinante de Michael experimentando suas ideias em um ambiente familiar, inventando o som que explodiria em Off the Wall e Thriller. Mas eles são também um documento de sua identidade inquieta como um dos irmãos Jackson aprisionado na armadilha dos negócios familiares, um mega-astro forçado a continuar fingindo que é a penas mais um membro da banda, ainda morando na casa cercada de grades, no condomínio de seu pai.
Perto de 1973, os sucessos secaram para o Jackson 5, e os garotos foram dados como acabados. Quem quer o chiclete de ontem? O sucesso no retorno, "Dancing Machine" - que chegou ao segundo lugar em 1974 -, deve ter parecido pura sorte para a velha guarda da Motown, mas provou ser profético. O som disco era novo em 1974, e "Dancing Machine" apresentou ao mundo o estilo robô, que os Jacksons levaram ao circuito de talk-shows da TV, dançando-o com Cher e no The Merv Griffi n Show.
Os Jacksons trocaram a Motown pela CBS Records em 1975, deixando para trás o "5", pois Berry Gordy afirmou que o nome era propriedade dele. Os recém renomeados Jacksons também deixaram para trás Jermaine, que tinha se casado com a filha de Gordy e continuara na Motown para começar sua carreira solo. Com "Dancing Machine" como estratégia de fuga, parecia que os Jacksons estavam se preparando para se tornar um fenômeno familiar pop bem fofinho, como The Sylvers, DeFranco Family ou Captain and Tennille. Eles foram ao The Carol Burnett Show para apresentar seu novo - mas já qualificado - integrante: Randy, o caçula dos irmãos Jackson e um talento musical florescente.
Eles também tiveram um par de fracassos com Gamble e Huff, produtores de soul da Filadélfia, que escreveram canções para os rapazes e só permitiram que Michael compusesse duas músicas por álbum. O álbum The Jacksons tem alguns bons momentos - o sucesso "Enjoy Yourself", que chegou ao Top 10; o funkrock "Think Happy", com sua guitarra pré-"Beat It"; estreia de Michael na composição, "Blues Away". até a letra S na capa poderia ser confundida com dando aos fãs uma dica de quem eram aqueles caras. A pressão para salvar o império da família estava esmagando Michael, agora um adolescente alto, desajeitado e mudando de voz. Alguém que fosse à mansão dos Jackson pela primeira vez perguntaria próprio se sabia onde estava o "pequeno e adorável Michael". Os irmãos Jackson tiveram um programa de variedades na rede de TV CBS, mas ele durou pouco. No início de 1977, Michael conversou Andy Warhol para a revista Interview. "Ele está bem alto agora, mas tem uma voz realmente aguda", escreveu Warhol em seu diário. "Ele não sabia nada a meu respeito - achou que eu fosse poeta ou coisa parecida."
Com Diana Ross, em 1978, na festa de lançamento do filme O Mágico Inesquecível.Os Jacksons finalmente assumiram o controle artístico em Destiny, compondo e produzindo álbum todo, com exceção do primeiro single, Blame It on the Boogie", composto por um obscuro cantor inglês de disco chamado (por incrível que pareça) Mick Jackson. "Boogie" teve um sucesso razoável, mas o álbum realmente pegou fogo alguns meses depois, quando "Shake Your Body", de Michael e Randy, começou a sacudir milhões de corpos. Destiny foi um trabalho fantástico, combinando o implacável avanço da disco com o calor romântico da voz de Michael. antes de começar a trabalhar com colaboradores importantes como Quincy Jones ou Rod Temperton, Michael tinha descoberto o som de Michael Jackson. E as baladas - alguém reparou que elas eram um grito de socorro? Em "That's What You Get (For Being Polite)" e "Bless His Soul", ele continua cantando sobre bons rapazes que são explorados por todos à volta deles. Na música-título, ele anseia por fugir ("I've tasted the city life, and it's not for me / Now I do dream of distant places" [Eu experimentei a vida na cidade, mas não é para mim / Agora sonho com lugares distantes]). Comovente, vindo de um rapaz de 20 anos.
O astral do álbum é ingenuamente alto. A contracapa tem a pintura de um pavão, com um poema escrito por Michael e Jackie: "Of all the bird family, the peacock is the only bird that integrates all colors into one, and displays this radio of fi re only when in love. We, like the peacock, try to integrate all races into one through the love of music" [De toda a família das aves, o pavão é o único pássaro que combina todas as cores em uma, e só exibe esse raio de fogo quando ama. Nós, como o pavão, tentamos unir todas as raças em uma por meio do amor à música]. Ainda codirigidos pelo pai, os irmãos dedicam a gravação à mãe e, na imagem da capa interna, posam na mesa de edição do estúdio. Todos sorriem confiantemente, exceto Michael, que parece relutante. Menos de um ano depois, Off the Wall fez de Michael o maior astro da música pop, mas ele ainda estava preso a um grupo que não podia abandonar - eles tinham o mesmo sangue, e não só isso. Assim, imediatamente após Off the Wall, ele voltou ao estúdio para gravar Triumph, fazendo de conta que era apenas mais um dos irmãos. Dá para perceber a confiança dele surgir em Triumph - é o mesmo que notar como Al Pacino está diferente nos dois primeiros filmes O Poderoso Chefão, sabendo-se que ele teve um sucesso solo no intervalo, com Serpico.
Com o Village People e as atrizes Valerie Perrine e Jane Fonda, em 1979Os Jacksons voltaram à música disco nesse trabalho - os singles tiveram enorme sucesso nas paradas de R&B, mas nunca chegaram aos 20 primeiros lugares do pop, como se fosse uma retribuição ao dedicadíssimo público negro que continuara a ouvi-los quando a massa pop tinha desistido. "Can You Feel It" sugere que eles ouviram muito rock progressivo, como se tivessem jogado alguns álbuns da banda Electric Light Orchestra em um liquidificador, com pitadas de Earth, Wind and Fire. "Heartbreak Hotel" (uma canção original, não uma cover de Elvis Presley, mais tarde renomeada para "This Place Hotel") é um aperitivo do frenesi paranóico das tietes que Michael em breve exploraria como uma das marcas registradas de suas composições.
Depois de Thriller, a família, naturalmente, voltou a entrar em contato. Em 1984, qualquer pedaço de plástico com um pouco da magia de Michael Jackson era sucesso garantido: Jermaine levou Michael para cantar em "Tell Me I'm Not Dreamin", a irmã Rebbie emplacou um sucesso chamado "Centipede", e Kennedy William Gordy, velho amigo da família, mais conhecido como Rockwell, contou com a estrela de Michael na brincadeira "Somebody's Watching Me". Mas os fãs se indignaram com a turnê e com o álbum Victory assim que eles foram anunciados - parecia que Michael estava sendo forçado a participar de um projeto familiar e que os irmãos estavam atrapalhando a atuação dele. Dava para ver a insolência deles no onipresente comercial da Pepsi: os outros Jacksons achavam que eram tão bons quanto Michael. Victory acabou sendo uma enorme bagunça, motivo de chacota desde o dia do lançamento. Além do alegre dueto com Mick Jagger, "State of Shock", Michael mal aparecia no disco. Ele também cantou com Jermaine em "Torture", de Jackie, e contribuiu com a descartável "Be Not Always". Michael chegou a trabalhar com Freddie Mercury, do Queen, em faixas para Victory e há uma versão demo em que eles cantam "State of Shock" juntos.

VESTIDOS PARA O SUCESSO: (A partir da esq.) Tito, Jackie, Michael, Jermaine e Marlon, em 1975, ano em que deixaram a Motown
Os Jacksons não tocaram músicas de Victory em sua badaladíssima turnê, mas viraram manchete pelos preços estratosféricos dos ingressos (US$ 30!), e todo o projeto virou um símbolo da arrogância dos famosos. O pior é que a única celebridade do grupo não era arrogante o bastante para dizer não. Victory representou o fim de linha para os Jacksons. O único outro álbum que fizeram foi o ignorado 2300 Jackson Street, de 1989. Destiny e Triumph foram ofuscados pelo rolo compressor solo, e enterraram tesouros que a maioria dos fãs de Michael nunca ouviu. Sob vários aspectos, representavam o som de Michael lutando para se libertar do passado. Podia-se ouvir em sua voz que ele sabia o que era se sentir rejeitado e abandonado pelo mundo da música. Podia-se ouvir, também, que ele estava determinado a que aquilo nunca mais acontecesse.

Fonte: www.roliingstone.com.br

Michael Jackson, em 1981, com Andy Warhol. Eles se conheciam desde 1977, quando Warhol entrevistou Michael.


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

FC IM de cara nova

Em breve , o FCIM vai estar totalmente novo ! Novos conteúdos exclusivos , Downloads e muito mais pra vocês ! Não percam !

Poesia


"Michael subiu 
para o firmamento.
Sempre que o
derrubavam, 
sabia se levantar
novamente.
Quando ninguém
contava com com
ele, ele voltava.
Michael nunca
parou, nunca,
nunca".

O pastor Al Sharpton aos filhos de Michael Jackson durante a cerimônia em homenagem ao ídolo no palco do Staples Center de Los Angeles.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sobre You Rock My World



O Começo:
A princípio Michael planejou que o primeiro single do álbum fosse "Unbreakable", outro hit do álbum que certamente seria melhor recebida pelo público americano por além de ser mais dançante, conter a participação do rapper Notorious B.I.G., entretanto, You Rock My World vazou ilegalmente para duas das principais rádios americanas em setembro de 2001, antes de "Unbreakable" ser lançada, então a equipe de marketing da Sony decidiu lançar You Rock My World como 1º compacto. A partir daí iniciou-se uma grande confusão entre a gravadora e o cantor mais poderoso do mundo, sendo até considerada a maior briga entre cantor e gravadora da história. Michael negou-se a fazer qualquer tipo de promoção para o álbum e só aceitou gravar o videoclipe desta música porque seus advogados encontraram cláusulas em seu contrato com a Sony, onde caso ele não aceitasse gravar o clipe, seria processado. Sentindo-se humilhado, Michael resolve atingir diretamente a presidência da empresa e acusa Tommy Mottola de racista. O fato gerou um tremendo mal estar e Michael resolve sair da equipe da gravadora. Firma-se então um acordo: Michael poderá deixar a Sony, mas antes deverá lançar uma "trilogia" de coletâneas com seus grandes sucessos. Dessa forma, You Rock My World ficou conhecida como a última "grande música" de Michael Jackson.
         A música:
Nessa faixa, Michael tocou todos os instrumentos. A canção é uma mistura de R&B contemporâneo com música disco. Quando foi lançada a faixa foi elogiada pelos críticos que chamaram atenção a harmonia e aos vocais da música, que soava orgânica e conteporânia lembrando antigos sucessos como, Rock with You, Billie Jean eRemember the Time. You Rock My World foi um sucesso arrebatador. A canção chegou na #1 colocação no United World Chart com cerca de 3 milhões de copias vendidas, era o retorno do Rei do Pop ao seu lugar, o top das paradas de sucesso. Nos Estados Unidos alcançou a #10 posição no Chart Billboard, já no Reino Unido You Rock My World chegou a #2 posição. No Brasil a música também foi muito bem sucedida, permanecendo semanas em 1º lugar nas paradas das rádios de todo o país. Por You Rock My World, Jackson em 2002 foi nomeado para o Grammy Award de Melhor Vocal Pop Masculino, mas perdeu o gramofone para James Taylor com a canção Don't Let Me Be Lonely Tonight.

O "ultimo" VideoClipe De Michael Jackson.
Dirigido por Paul Hunter, foi lançado em setembro de 2001. Envolvente, o clipe faz lembrar bastante as produções do astro nos anos 80, em especial os vídeos da era Bad, onde ele estava em seu maior auge. Nele, Michael e Chris Tucker estão jantando em um restaurante japonês quando são atraídos por uma jovem bonita até o cassino de um hotel. Nele, Michael inicia uma disputa com um mafioso do local (vivido por ninguém menos que Marlon Brando) pela moça.

      
  O vídeo fez um homenagem a Marlon Brando, amigo pessoal de Jackson. Na sequência inicial aparece o letreiro com o nome do hotel, de nome "Waterfront Hotel", nome do mesmo filme que consagrou Marlon.

You Rock My World foi exibido na Europa, Ásia, África e Oceania no dia 21 de setembro de 2001. Devido aos atentados de 11 de setembro de 2001 o vídeo só foi exibido na América no dia 26 de setembro do mesmo ano. O clipe ganhou um NAACP Image Award de Melhor Video Musical em 2002, e foi votado pelos leitores da Billboard como o quarto melhor videoclipe dos anos 2000.


Lady Gaga compra 55 peças que pertenceram ao Rei em leilão.



Lady Gaga postou em seu twitter dizendo que comprou 55 itens em um leilão , que pertenceram ao nosso Idolo. 

Tradução:serão arquivadas e devidamente cuidadas pelo espírito e amor de Michael, sua bravura e fãs do mundo inteiro.


Bem , pelomenos não foi o Bieber =/