sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Pai de Michael Jackson passa bem após sofrer AVC


Joe Jackson passou mal durante caminhada em parque na quinta-feira (29).
Ele está internado em hospital de Las Vegas, nos Estados Unidos.


Joe Jackson (Foto: Cassiano de Souza/Divulgação)

O pai de Michael Jackson, Joe Jackson, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), mas está bem e descansando em um hospital de Las Vegas, nos Estados Unidos, disse um amigo da família nesta quinta-feira (29). "Ele está bem e diz que está se sentindo bem", disse Brian Oxman, amigo da família, à Reuters.

Oxman, que foi advogado de Michael, disse que o patriarca de 83 anos começou a sentir fraqueza na quarta-feira enquanto caminhava em um parque perto de sua casa, sendo internado mais tarde.

Joe tem histórico de AVCs, disse Oxman. "Ele estava falando bem", acrescentou. "Parecia excelente para mim." Joe administrou e ajudou a lançar a carreira de seus cinco filhos com o grupo The Jackson 5, no início dos anos 1960.

Pai de Michael Jackson sofre derrame

Joe Jackson está internado e seu estado é estável, diz site americano
Joe Jackson, o pai de Michael

Joe Jackson, empresário e pai de Michael Jackson, de 84 anos, sofreu um derrame e está internado, segundo o site americano X17. De acordo com fontes próximas à família Jackson ouvidas pela publicação, seu quadro de saúde é estável e ele não corre risco de vida. 

O pai de Michael Jackson esteve recentemente no Brasil para divulgar o livro O que Realmente Aconteceu a Michael Jackson, escrito por um velho conhecido da família, Leonard Rowe. 

Ele também engrossa a lista de parentes do astro pop que têm feito de tudo para colocar as mãos em sua herança milionária. Em julho deste ano, o site TMZ noticiou que o patriarca tinha se apoderado de uma das propriedades que pertencem ao espólio de Michael Jackson, em Los Angeles. 

Fonte:  veja.abril.com.br


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

MJcuriosidade'



A musica Human Nature inicialmente era do grupo de pop/rock Toto, que seria gravada com a produção de Quincy Jones em 1982, mas quando michael ouviu a musica, ele mgostou tanto que pediu a canção, para o seu ainda não lançado disco Thriller,
Eles aceitaram, e ainda tocaram todos os instrumentos da faixa.

Carta de apoio de Gregory Peck a Michael Jackson em 2002


Gregory Peck, ator americano, foi grande amigo de Michael Jackson por mais de 25 anos, e costumava frequentar Neverland. Em dezembro de 2002, Gregory enviou esta carta de apoio a Michael Jackson, após a avalanche de críticas que ele sofreu pelo polêmico episódio envolvendo Blanket (em novembro/02). Em junho de 2003, ele faleceu aos 87 anos de idade. Grande humanitário, sempre se envolveu em causas sociais e contribuiu com muitos projetos beneficentes.

Querido Michael,


Você é reconhecido como um grande artista por todo o mundo, mas muitos poucos sabem de você como um pai. Nós somos amigos próximos e conheço você há mais de vinte e cinco anos. Nós passamos muito tempo juntos com você, Prince, Paris e Prince Michael II, que brincam tão alegremente com os nossos netos.

Nós e nossos filhos, que são de sua geração, sempre admiramos você como um pai amoroso e atencioso para seus filhos. Eles amam você e o respeitam. Você os motivou com doçura e bondade e interesse genuíno pelo seu bem-estar. A alegria e o amor deles são um reflexo de sua atenção e amor como pai.

Aqueles que criticam e julgam você deveriam olhar bem para sua própria vida familiar. Temos visto inúmeras vezes você como um pai atencioso e dedicado, e nos unimos aos seus muitos amigos que estão ao seu lado, e de sua família, agora.

Com amor,

Veronique e Greg

Fonte: http://mjneverland.ptforuns.com/viewtopic.php?f=48&t=2007 Blog Every Michael Jackson

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A Generosidade do Rei.



"Michael era a pessoa mais generosa que eu já conheci. As pessoas simplesmente não percebem como verdadeiramente generoso ele era. Ele nunca se importou com ele, mas ele sempre se preocupava com todos à sua volta e sempre foi ágil em garantir que todos fossem atendidos.

        
Ele foi tão generoso a ponto disso se tornar uma falha em algum momento, porque algumas pessoas se aproveitam de pessoas assim. Ele foi generoso em muitos aspectos e eu nunca vou esquecer disso a respeito do meu amigo.

A coisa mais engraçada sobre Michael era sua risada. Quando ele começava a rir, ele não poderia parar e em seguida, todos em torno dele começavam a rir e também não conseguiam parar. Isso foi o mais engraçado que aconteceu. Eu sempre vou me lembrar disso."

Michael Bush, estilista e amigo de MJ.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O choro de Jackson...



Em 1993, durante sua apresentação em um concerto da Dangerous World Tour na clássica abertura onde ele permanece imóvel enquanto o público vai ao delírio, até que tira o óculos e inicia o show.
Nesse dia, a platéia o aplaudiu mas demorada e calorosamente, numa clara demonstração de apoio contra as acusações que vinha sofrendo.
Ao tirar os óculos, havia uma lágrima...

Rob Swenson comenta sobre seu trabalho em Neverland




"Eu era consultor pessoal de Michael Jackson e colaborador para o seu parque de diversões particular em Neverland Valley Ranch MJ 2.600 acres perto de Los Olivos, Califórnia. Fase 1 do parque de diversões de Michael projeto iniciado em junho de 1990, quando o site para o seu novo parque era "terra nua" e nós trabalhamos juntos a Junho de 1993 desenvolvendo este sonho tempo. Desde a idade de 17 anos, Michael tinha sonhado com a construção de seu próprio parque de diversões particular para "as crianças do mundo" - especialmente carentes, deficientes e crianças com doenças terminais - "Amusement Park Neverland Valley", assim, sua criação maravilhosamente bonita e emocionante."


Fonte: MJJ PhotoCollectors


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Desenho de Michael Jackson #TheGirlIsMine

Nesse desenho retratado pelo Rei do Pop, Michael disputa uma garota com seu Ex amigo Paul McCartney ,assim como na música The Girl Is Mine. Além de excelente cantor , ator ,escritor e outras habilidades , Michael desenhava muitíssimo bem ...

O Que não interessa pra mídia ...


domingo, 25 de novembro de 2012

Disco-fenômeno ‘Thriller’, de Michael, fez 30 anos


Em 1982, o futuro batia firme na porta. Foi naquele ano que Hollywood abriu uma janela para a imaginação com “E.T. — O Extraterrestre” e “Blade Runner”; que o videogame Atari 2600 bateu a marca de dez milhões de unidades vendidas; que os CD-players (ou discos laser) foram lançados comercialmente; e que o Brasil via a chegada de uma gente fina, elegante, colorida e sincera nas canções de Lulu Santos e da Blitz. Mas um fato cultural de magnitude até então inimaginável haveria de iniciar sua saga antes que 1982 acabasse. No dia 30 de novembro, chegava às lojas “Thriller”, o segundo LP do cantor americano Michael Jackson em parceria com o produtor Quincy Jones. Quase 30 anos depois, ele permanece como o álbum mais vendido da História (algo como 110 milhões de cópias). Isso depois de ter feito de Michael o Rei do Pop, de ter revolucionado a indústria fonográfica, de ter inaugurado a era de ouro do videoclipe (numa MTV que nascera em 1981) e de ter estabelecido parâmetros artísticos e comerciais que o artista morto em 2009 passou o resto de sua vida tentando, em vão, superar.
— Sei que ele ficou frustrado por não conseguir repetir vendagens tão altas — conta ao GLOBO o jornalista e escritor americano Nelson George, autor de “Thriller: a vida e a música de Michael Jackson”, lançado no ano passado por aqui pela Zahar. — Hoje, a cultura é muito diferente. As pessoas não compram mais álbuns em massa, fazem download de canções. Não há mais condições para que um álbum venda algo como 40 milhões de cópias.
Mas os feitos de “Thriller” vão muito além dos números. George lembra que o disco também foi um divisor de águas cultural, rompendo barreiras raciais.
— Michael Jackson provou que os músicos negros americanos poderiam ter apelo global — diz. — A música negra americana sempre teve apelo internacional, mas relativamente poucos artistas conseguiram se beneficiar disso. Michael levou a dança, o canto e a música aos lares do mundo inteiro.
Nascido em uma família operária de Gary, Indiana, Michael foi levado pelo pai, Joe, com mão de ferro, a cantar com os irmãos mais velhos num grupo de r&b, o Jackson 5. Tinha 8 anos. Quando o sucesso veio, com as músicas “ABC” e “I want you back”, ele contava apenas 11, mas já ficara claro que era o grande talento do grupo. Em 1972, fez sucesso solo, com as músicas “I’ll be there” e “Ben”, mas não se afastou dos irmãos. Em 1977, ao participar do filme “O mágico inesquecível” (um remake de “O Mágico de Oz”), Michael conheceu Quincy Jones, jazzista e arranjador que o convenceu a retomar a carreira solo. Assim, em 1979, aos 21 anos, com o disco “Off the wall”, o caçula do Jackson 5 pegou os embalos da discoteque e os transformou em algo novo, vibrante e reluzente, em canções como “Don’t stop til’ you get enough” e “Rock with you”, que não por acaso foram hits mundiais. Em “Thriller”, a dupla Quincy-Michael se preparou para repetir a dose, com ainda mais eficácia.
biógrafo Nelson George, que acompanhou a carreira de Michael de perto, na época, como editor da revista “Billboard”, considera fundamental a participação de Quincy Jones no sucesso do disco.
— Foi ele quem trouxe Rod Temperton (compositor inglês, autor de “Rock with you”), quem compôs algumas das canções mais memoráveis do disco (a faixa-título, “Baby be mine” e “The lady in my life”). E também deu forma a “Human nature” e contratou alguns dos melhores músicos e arranjadores de Los Angeles. Sua marca está por todo o disco.
Mas, mesmo com todo o planejamento artístico (com grandes ideias, como a de voltar a juntar Michael Jackson e Paul McCartney na faixa “The Girl is mine”, ou a de chamar o guitarrista Eddie Van Halen para fazer um solo no rock “Beat it”), “Thriller” não teria chegado onde chegou sem a fileira de históricos videoclipes, feitos por insistência (e com a orientação) do próprio cantor. Na ordem: “Billie Jean” (em que o cantor deu uma lição ou duas de dança), “Beat it” (com seu conceito “West Side story”) e “Thriller”, uma revolução sob vários aspectos.
Encantado com o filme “Um lobisomem americano em Londres”, Michael chamou o diretor John Landis para fazer o clipe de sua canção em clima de terror (com direito até a narração tenebrosa do ator Vincent Price). Landis idealizou um curta-metragem, com muita maquiagem de zumbi e dança, que custaria um até então inédito meio milhão de dólares. Esse não foi só o artefato decisivo para fazer de “Thriller” o disco mais vendido de todos os tempos: foi um acontecimento cultural, o vídeo que transformou a MTV numa potência (é o mais visto de sua história), que abriu o canal para os artistas negros e que iniciou uma escalada de inovação (e de custos) para os clipes.
Nelson George se lembra bem daqueles tempos, quando o clipe de “Thriller” não saía das TVs, as cópias do álbum “Thriller” não conseguiam ficar muito tempo nas lojas, e Michael Jackson era figura próxima do onipresente.
— O frenesi em torno desse disco foi algo nunca visto — conta. — Em 1984, fui a três shows da turnê do “Victory” (disco dos irmãos Jackson, do qual Michael participou) e em todos eles havia um burburinho que eu raramente vi. Especialmente em Kansas City.
Trinta anos depois, a indústria musical pode não ser mais a mesma. Mas “Thriller” segue sendo homenageado — inclusive no Brasil. No dia 15, a banda americana Easy Star All-Stars mostra no Circo Voador sua recriação reggae do disco, “Thrillah”. E em 21 de fevereiro, estreia no Citibank Hall o musical “Thriller Live Brasil Tour” (os ingressos começam a ser vendidos esta semana em www.ticketsforfun.com.br), unindo artistas brasileiros aos músicos da produção original inglesa. Tudo para celebrar o disco cuja influência foi decisiva para as carreiras de um rol de artistas que segue por Prince, Lenny Kravitz, Will Smith, Ricky Martin, Justin Timberlake, The Black Eyed Peas, Justin Bieber e, mais recentemente, Bruno Mars (que imitava Michael Jackson profissionalmente na infância). Astros que uniram enorme talento, amor pela música e determinação para vencer obstáculos (cor da pele, nacionalidade, língua) com uma ambição para chegar onde o homem jamais pisou.
— O fato de haver agora uma reavaliação de “Thriller”, bem como de “Bad” (o disco seguinte, de 1987, que mereceu este ano, no seu 25º aniversário, um documentário do diretor Spike Lee), se deve ao fato de que o trabalho de Jackson foi histórico — avalia Nelson George. — Várias gerações de fãs de música cresceram com ele, e essa conexão se sustenta.
O Globo 

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Bruce Springsteen encontra Michael Jackson



1984
BRUCE SPRINGSTEEN CONHECE MICHAEL POR GARY SMITH

A notícia se espalhou. O povo estava esperando. Monarca reinante do rock e do Boss - Michael Jackson e Bruce Springsteen - estavam prestes a se conhecer pela primeira vez, e 25 membros e convidados da comitiva Jackson tinha entrado na sala de recepção da suíte de Jackson, na Filadélfia. Parecia história.
Springsteen, 35 anos, entrou em primeiro, usando botas, cala jeans desbotada, uma camisa de mangas curtas arregaçadas para libertar o seu bíceps, barba no queixo e um lenço vermelho amarrado no pescoço. Então veio Jackson, 26, a partir de um bem descontraído. Ele usava uma camisa rosa de abotoar sobre uma camiseta branca, calça rosa empoeirado tão usada que na parte inferior tinha uma marca como uma sanfona e chinelos azul com suas iniciais costurado em ouro. Ele parecia um amistoso, um estudante rico  curioso para saber algo sobre o mundo de um homem de trabalho. Um espaço foi aberto ao redor deles, e ambos permaneceram de pé.
"Oi", disse Jackson, estendendo a mão. "Acabei de ler uma história sobre você na revista PEOPLE. Foi muito bom."
"Oh, obrigado", sorriu Springsteen. "Eu realmente gostaria de ver o seu show hoje à noite."
"Eu o ouvi tocar em um concerto . Quanto tempo você têm?"
"Oh, cerca de três horas."
"Como você faz isso? Você fez uma pausa?"
"Sim, cerca de meia hora. Ele funciona muito bem, eu acho."
Uma câmera clicando, olhos tensos, orelhas inclinadas. Olhos de Jackson esvoaçavam sobre o quarto, nunca parando o tempo suficiente para ver. Ele parecia ansioso para pensar em outra questão, a maneira como ele parecia ansioso no palco no final de uma canção para cantar outra música. Springsteen chupava um cubo de gelo.
"Você escreveu que o Fogo canção [cantado pelas irmãs Pointer]?" Jackson pediu.
"Sim, isso foi um rápido. Só me levou cerca de 10 minutos. Mas eu não escrevo quando estou na estrada. Pode?"
"Não", disse Jackson, "Há muita coisa acontecendo."
 Michael estava desajeitado, não sabia o que fazer com as mãos, colocava-as na frente dele, em seguida, por trás dele, então no cinto de suas calças. Uma música reggae veio na televisão por perto, e ele começou um passo de dança, depois parou. Ele não poderia simplesmente pedir a Springsteen ir para seu quarto vazio, para que pudessem conversar como dois seres humanos normais, talvez descobrir por que ele tanto adorava assistir reprises de "Sweet Moon"? 
 Durante o minuto de silêncio Michael parecia estar à procura de um adereço."Minha secretária, Shari, quer para o Natal", disse ele, colocando o braço em volta da cintura e puxando-a entre eles.
"O que há de errado com Ação de Graças?" riu Springsteen, como os três posaram para fotógrafo pessoal de Jackson.
"Você fala com as pessoas durante seus shows?" Jackson perguntou. "Eu li que você faz."
"Sim, eu conto histórias. Eles gostam de ouvir que a sua voz faz alguma coisa além de cantar. Eles vão à loucura quando você acaba de falar."
"Oh, eu nunca poderia fazer isso. Parece que as pessoas estão aprendendo algo sobre você que não deve saber."
"Eu meio que sei oque quer dizer - as músicas são uma proteção Mas eu me lembro uma vez que eu toquei para um grupo beneficênte de veteranos do Vietnã e eu tive que ir ao palco para apresentar um cara que era um presidente ou algo assim, e eu não tinha o meu violão. Cara, eu estava tremendo. percebi que era a primeira vez em 15 anos eu estava no palco sem ele, e eu nunca estive tão nervoso na minha vida. "
Voz de Jackson cresceu mais suave, de modo que ninguém pudesse ouvir. "Você gosta de falar na frente de todas essas pessoas? Parece meio estranho."
"Sim, é estranho, não é?"
Jackson respirou fundo, então pegou um pequeno passo em direção à porta. As botas Springsteen mativeram-se plantadas. Então ele quebrou a pausa. "Quanto tempo vocês ensaiaram para esta turnê?" , perguntou ele.
"Oh, um ou dois meses."
"Há tantos sinais naquele show."
"Sim, há muita tecnologia .... Vamos terminar em dezembro. Então nós vamos fazer um filme."
"Sim, ouvi falar que - com Steven Spielberg?"
"Sim, como de fato, acabei de falar uma questão no telefone com ele hoje", disse Jackson. "Não é certo que filme vai ser ainda, mas vai ser com ele."
Pausa. Mãos de Jackson bateu o ritmo da música reggae em suas coxas, os olhos saltando como pardais.
"Eu li que você vai dormir depois de se apresentar. Você não pode realmente fazer isso, pode?" Jackson pediu.
"Não, eu me sinto bem depois de um show, porque eu sinto que eu tenho trabalhado duro. E fico acordado até cerca de 4 horas. O que você faz?"
"Eu assisto TV ou leio", disse Jackson. "Eu não consigo dormir."
"Você nunca sai?" Springsteen perguntou.
"Eu não posso. Muitas pessoas me reconheceriam?.
Como você decidiu contar a revista PEOPLE essa história de você? "
"Eu só joguei os dados", disse Springsteen, soprando em seu punho e jogar dados imaginários.
"Oh", disse Jackson, balançando a cabeça. "Eu nunca poderia confiar em ninguém o suficiente para fazer isso."
Ele deu mais um movimento parecendo que ia fugir da sala, o seu banco de questões havia esvaziado. "Bem, eu acho que vou embora agora", disse ele calmamente. "Foi realmente agradável encontrar você." Ele estendeu a mão rapidamente e entrou pela porta para outra parte da suíte.
Springsteen permaneceu por um momento. Um pouco antes, ele havia visto Jackson se apresentar no palco por mais de uma hora e meia no palco e parecia quase sem esforço. Mas isso era algo com que Springsteen parecia mais familiarizado, do a 15 minutos de um ser humano lutando.
 "Você sabe", disse ele, cuspindo um cubo de gelo de volta em seu copo: "Ele é um cara muito legal."


fonte:http://forevermichaeljackson.blogspot.com.br/2011/11/bruce-springsteen-encontra-michael.html

O Michael que a mídia não se interessa ...

Em 25 de novembro de 1992, Michael Jackson concedeu o desejo do jovem David Sonnet, a quem ele conhecera através da Make A Wish Foundation. O menino foi convidado a ir junto com outras crianças portadoras de deficiência, desde a fundação ao rancho Neverland.Sonett sofreu um aneurisma cerebral aos 8 anos de idade, deixando-o apenas capaz de falar através de um dispositivo de comunicação que ajuda a transmitir seus pensamentos através de um computador especializado.
O jovem David tinha recebido a jaqueta 'Beat It' de uma instituição de caridade local em West Palm Beach, Flórida, que ele usava para seu encontro especial. Michael percebeu isso e diz: "Eu vejo que você tem minha jaqueta! "


Entre as atividades David e sua mãe se divertiram nos brinquedos de Neverland e puderam brincar com o orangotango bebê de Michael, entre outras coisas.
Como David era incapaz de falar ou andar, ele e Michael compartilharam um "Eu te amo" por meio de linguagem de sinais. Visivelmente emocionado, Michael recebeu um leão de pelúcia e uma imagem de si mesmo a partir do jovem e disse ao menino que iria manter sua foto em seu quarto.
Antes e depois desse encontro, David Sonnet escreveu para Michael em várias ocasiões, e o cantor iria escrever de volta e incluir fotos e outras lembranças pessoais.



Para David. Sua carta fez o meu dia. Obrigado. Amor
Michael Jackson




                                                       
                                     "Para David Sonnet com todo meu amor. Michael Jackson 1998"
Ambas as vezes Michael respondeu com uma carta assinada e saudação. De acordo com Debbie Sonnet, mãe de David, a música de Michael ajudou a recuperar de um coma e sua sala de recuperação foi decorado com inúmeras fotos de astro e sua música foi tocada em todos os momentos.
Sonnet faleceu em 26 de julho de 2004.




















Nos Bastidores de Smooth Criminal...


No início das filmagens de Smooth Criminal, Michael pediu que fossem instalados alto-falantes no set, para ouvir a música ao fundo.Para nós eram grandes, deviam ter um metro de altura, mas para Michael eram apenas alto falantes normais! Ele disse: “É isso que vocês chamam de alto-falantes? Ok, eu vou cuidar disso … “ No dia seguinte, ele pediu pra instalarem uma parede de alto-falantes gigantes. Ele colocou a música em potência total e uau! Todo meu corpo começou a vibrar. O volume chegava verdadeiramente a alma. Michael então olhou para nós e disse rindo: “Aqui estão alto falantes de verdade” Quando dançava, Michael precisava que o volume do som fosse o mais alto possível. Isso o ajudava a sentir a batida da música profundamente dentro dele. Para ele, a dança era algo orgânico antes de qualquer outra coisa.

sábado, 24 de novembro de 2012

Tradução do dia: Lovely One


Grande Amada

Porque você não acredita em mim quando digo que te amo?
Porque eu sou louco por você
Olhando seu rosto, ele me diz que você acha que meu amor não é verdadeiro
Eu sou todo seu
Você é o meu mais alto desejo, maior, o tempo todo falo seu nome
(É tudo o que eu faço, tudo que faço, tudo que
faço)
A forma como eu não consigo dormir a noite só prova pelo que eu
tenho passado
Eu estou louco por você

A primeira vez que a vi descendo a rua tão
bonita
Indo embora com sua maldade
Agora diz que não te amo quando me faz sofrer de amor
É dor e tensão
Garota estou enlouquecendo

(Refrão)
Você é a minha, você é a minha
Você é a minha grande amada
Você é a minha, você é a minha
Você é a minha grande amada
Você é a minha, você é a minha
Você é a minha grande amada
Você é a minha, você é a minha
Você é a minha grande amada

Porque você não acredita em mim quando digo que estou sendo sincero?
Sou louco por você

Estou aqui para amar e implorar, vou fazer o que você quiser
Sou todo seu
Vivendo e esperando, mas estou me repetindo
Com essas coisas que você joga na minha cara
É tudo o que eu faço
A forma como eu não consigo dormir a noite
Só prova pelo que eu tenho passado
Eu estou louco por você

A primeira vez que a vi descendo a rua tão
bonita
Indo embora com sua maldade
Agora diz que não te amo quando me faz sofrer de amor
É dor e tensão
Garota estou enlouquecendo

http://letras.mus.br/michael-jackson/257458/traducao.html

Prince quer se tornar um cineasta





Filho pop star Michael Jackson quer se tornar um diretor de cinema.
O falecido Suspense filho mais velho do cantor, de 15 anos, Prince, adora fazer filmes caseiros e histórias improvisadas com seus parentes e ajustou suas vistas em uma carreira na produção do filme depois de ver o mais recente James aventura de Bond Skyfall .
Tio de  príncipe Jackie contou exclusivamente ao BANG Showbiz: "O príncipe é sempre em torno da casa com sua câmera de cinema, fazendo filmes caseiros com todas as sobrinhas e sobrinhos Eles ficam juntos o tempo todo e fazer filmes, é tudo o que eles fazem..
"Isso é o que ele quer ser um diretor -. Então ele está fazendo filmes, e eles fazem suas próprias fantasias e fazer o seu próprio make-up em torno da casa, e todos os sobrinhos e sobrinhas, eles fazem filmes o tempo todo"
Referindo-se ao príncipe, a sua irmã Paris, 14, e seu irmão, 'Blanket', 10, acrescentou: "Eles já vimos James Bond O primeiro dia que saiu eles estavam na sala de cinema Isso é o que eles gostam de fazer... Eles ir e ver todos os filmes, não importa o que seja. Amavam James Bond. "
Paris já havia manifestado interesse em se tornar uma atriz, ganhando um papel na aventura de fantasia Ponte Lundon e as três chaves , mas Jackie insiste em sua maior parte, eles levam uma vida normal, apesar de ser parte de uma família famosa e ter um pai tão icônico .
Ele disse: "Eles são apenas crianças, as crianças crescendo como adolescentes, fazendo lição de casa, eles fazem atividades após a escola, tendo aulas de atuação, eles são normais.
"Eles fazem a mesma coisa que todas as outras crianças, seus nomes só acontecerá a ser Paris e Prince e Blanket."
Jackie e seus irmãos Jermaine, Marlon e Tito acaba de anunciar uma turnê do Reino Unido. The Jacksons trará sua Unidade show para a Grã-Bretanha para uma série de concertos em fevereiro e março de 2013, a partir de Birmingham, em 26 de fevereiro , antes de chamar a Manchester, Glasgow, Bournemouth e Londres. Os ingressos já estão à venda.

fonte:noticias

Um tapinha não dói .





A cantora Siedah Garrett relata a curiosa história sobre um ''animado'' Michael Jackson:

- Nos estávamos na Romênia quando em uma certa altura do show , na musica ''Working Day and Night'' todos que estavam no palco teriam que parar. Uma noite paralisei flexionada expondo o meu quadril.

O que eu não sabia, é que Michael estava atrás de mim e me deu uma boa palmada no meu 'bumbum'. Eu fiquei como que saltando de uma caixa surpresa! Ele sabia que eu não estava esperando por isso.

O olhar de susto no meu rosto era impagável, enquanto ele riu e dançou á distancia. A seguir quando o vi, ele me perguntou como eu me sentia sobre isso. A minha resposta? Por que você não usou as duas mãos ?

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

HIStory About "Stranger In Moscow"

"Stranger in Moscow" é o quinto e último single do álbum HIStory. A canção, que foi lançada mundialmente em1996, e, nos Estados Unidos, em 1997, foi escrita por Jackson em 1993, ano em que ele foi acusado de ter abusado sexualmente de um menor. A canção fala de paranóia e solidão, tem uma melodia e batida muito marcante.

A canção foi muito bem recebida pelos críticos, que alegaram que a musicalidade de Jackson tinha tomado um excelente caminho. Um crítico do Los Angeles Times disse que a canção era a razão para Jackson ser chamado de "gênio". De fato, Stranger in Moscow é uma canção relaxante de se ouvir, e até hoje é considerada por muitos fãs como uma das melhores musicas de Michael. Entretanto, o que mais chamou a atenção na época não foi ritmo único, mas sim a letra. Stranger in Moscow é uma canção que retrata a nostalgia de um homem que não teve uma infância feliz, que vivia sozinho em uma imensa mansão, sendo odiado pela metade do mundo e amado pela outra. Tudo nessa música é extremamente melódico, ou como classificou o The New York Times, "Uma belíssima balada acompanhada com o som da chuva". Uma guitarra de fundo foi tocada por Steve Lukather enquanto teclados, sintetizadores e baixos são creditados a David Paich e Steve Porcaro.


                           
Em resposta ao repórter da VH-1 sobre a música, Jackson       
disse:Eu a escrevi em Moscou. A letra é totalmente autobiográfica. Quando você ouve frases como "Aqui abandonado na minha fama....Apocalipse do cérebro"- naquele momento, na última turnê enquanto eu estava em Moscou, era como eu estava me sentindo. Foi meio como se tivesse criado sozinho, apareceu para mim, porque era como eu me sentia naquele momento. Totalmente sozinho, no meu hotel, estava chovendo e eu simplemente comecei e escrever. É notável ver nos vídeos do show da Dangerous World Tour de Moscou, que a chuva atrapalha o desempenho de Michael e sua equipe no palco, isso mostra que realmente chovia no dia em que ele compôs a música, e seria a explicação para o som de chuva caindo no início da canção. Logo se vê que Jackson quis captar ao máximo aquele momento de solidão na música.
Jackson disse que a partir de Stranger In Moscow que ele encontrou o conceito do álbum HIStory, e decidiu fazer um álbum de inéditas e não um de sucessos anteriores com poucas faixas novas.

Stranger in Moscow foi número #1 na Espanha e número #4 no Reino Unido e nos Países Baixos.
O vídeo da canção mostra Jackson e mais cinco personagens vivendo uma vida de solidão na capital russa. Moscou foi escolhida como palco do vídeo por ser uma cidade silenciosa, ou como Michael mesmo disse, "Uma cidade onde mesmo estando no meio da rua, você ainda está sozinho". Mas apesar disso o vídeo foi gravado num estúdio, onde depois foi inserido o cenário da cidade. Os efeitos especiais aparecem em câmera lenta, como as aves e vespas voando, ou o café derramando sob a mesa. No final do vídeo, todos os personagens "lavam a alma" com uma chuva que cai sobre a cidade.